Anísio Abraão David sugere sambódromo na Barra da Tijuca


29/01/2017 Facebook Twitter LinkedIn Google+ Novidades



O presidente de honra da Beija-Flor de Nilópolis, Anísio Abraão, foi entrevistado nesta quarta-feira, 26, no programa “De Cara”, na FM O Dia, e falou sobre a possibilidade de mudar o bairro do sambódromo do Centro para a Barra da Tijuca:

“Seria viável mudar o sambódromo para a Barra da Tijuca. Só que vai ter que ter uma nova Cidade do Samba agarrada ao sambódromo. É viável, vai dar vida lá. Hoje me dia para chegar ao sambódromo é difícil. Para chegar com as alegorias é dificílimo. Tem que desmontar tudo, levar no caminhão e montar na hora e tamos pouco tempo para isso.” Ele ressaltou ainda, a sua avaliação para o atual espaço na Sapucaí: “Nunca dei nota 10 para o sambódromo. eu daria 7 ou 6. Falta muita coisa: iluminação é ruim, o som é ruim, não é adequado e nem moderno.”

Dentro do bate papo, Anisio explicou que não tem telefone celular e nem utiliza as redes sociais: “Eu não tenho telefone. Eu tenho 10 anos que eu não pego um telefone celular. Eu não pego não. As vezes eu até falo, mas que eu não tenho telefone celular, tem 10 anos.”

Reconhecido pela sua influência no carnaval sempre luxuoso da Beija-Flor, o presidente de honra esclareceu que de vez em quando empresta um “dinheirinho” para a escola: “Eu as vezes adianto um dinheiro para fazer umas compras antes do dinheiro entrar. O dinheiro chegou em junho pela Globo e as escolas vivem disso. O município nesse ano, liberou o dinheiro faz 20 dias. Fica difícil fazer carnaval. Na Beija-Flor tem muita gente que ajuda e cada um dando um pedacinho, a gente chega lá. Nosso carnaval está fechado em mais ou menos R$ 7 milhões”, comentou ele.

Legalização do jogo

E quando o assunto foi o Jogo do Bicho, Seu Anísio Abraão foi categórico: O Jogo do Bicho já deveria ter sido legalizado. Já os cassinos deveriam ser administrados pelos americanos. Eles têm tudo nas mãos. O nosso Jogo do Bicho pode não ser um bom negócio para o país, mas é bom para a população.” (O Dia – Coluna do Leo Dias)

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