ALMG aprova projeto que permite ‘venda’ da Cidade Administrativa


07/07/2017 Facebook Twitter LinkedIn Google+ Novidades


Em abril deste ano grupos espanhóis e americanos manifestaram a vontade em transformar a Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, em um resort com cassino. A informação foi confirmada pelo presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), Marco Antonio Castello Branco. Um dos pontos destacados por esses investidores foi a localização da Cidade Administrativa, próximo ao Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins.

“Eles dizem que uma grande parte dos usuários e frequentadores desses resorts pegam o avião, vão para o cassino e depois voltam para o aeroporto. Essas pessoas nem costumam ir para a cidade. Isso acontece em Las Vegas, Atlantic City, Canadá. Eles querem jogar e estar próximos dos aeroportos. Foram os grupos que nos procuraram. Mas também já ouvi falar, mas não tiveram conosco, no interesse do pessoal dos Emirados Árabes, que estaria verificando essa possibilidade. Mas o contato inicial que tivemos são grupos espanhóis e americanos, que exploram a atividade de centros turísticos e resorts ligados a jogos”, esclareceu Castello Branco.

ALMG aprova venda da Cidade Administrativa

Depois de muita discussão e polêmica, com 48 votos favoráveis e 16 contrários, os deputados estaduais de Minas Gerais aprovaram na noite de terça-feira (4), em primeiro turno, o projeto de lei que cria seis fundos para o governo de Minas. Entre eles está um de investimento imobiliário que possibilitará a negociação de cotas da Cidade Administrativa, sede do governo mineiro e principal obra da gestão do ex-governador Aécio Neves (PSDB). O complexo é avaliado em R$ 2 bilhões, metade dos R$ 4 bilhões que o Executivo pretende arrecadar com a proposta aprovada.

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