Troca na PGR poderá não representar mudança de opinião da entidade sobre legalização dos jogos


22/07/2017 Facebook Twitter LinkedIn Google+ Novidades


O Senado Federal aprovou na quarta-feira (12), com 74 votos favoráveis, um contrário e uma abstenção, a indicação da subprocuradora-geral da República Raquel Dodge para suceder Rodrigo Janot no comando da Procuradoria-Geral da República – PGR a partir de setembro. Ela será a primeira mulher a ocupar o cargo de chefia da instituição. A aprovação foi encaminhada ao presidente Michel Temer, que se reuniu com Dodge no início da noite e assinou a sua nomeação, que foi publicada na edição de quinta-feira (13) do “Diário Oficial da União”.

Durante a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça – CCJ de Senado, a nova procuradora fez várias manifestações vistas como contrapontos à atuação de Janot – a quem ela faz oposição na instituição.

Sem manifestação pública
Não existe manifestação pública da nova procuradora-geral da República contrária a legalização dos jogos. Em busca rápida no Google, a única atuação de Raquel Dodge é como relatora em dois procedimentos da 2ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal realizada no dia 16 de abril de 2012.
Nos dois casos a procuradora vota por não homologar o arquivamento do crime de descaminho, nem declínio de atribuições de um procedimento investigatório do MP contra a exploração de jogos de azar, máquinas de caça-níqueis e declinação para a Justiça Estadual.  Além disso, Dodge recomenda a designação de outro membro do Ministério Público Federal para dar sequência à ação penal.
A análise completa desta nota está na edição do BNL desta sexta-feira.

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