Não há razões para manter proibidos os jogos de azar – Igor Mauler Santiago


14/11/2017 Facebook Twitter LinkedIn Google+ Novidades



Não sendo apreciador de jogos de azar, penso estar em posição insuspeita para defender a sua liberação no Brasil.

Prezando a liberdade dos cidadãos, seja para empreender, seja para dar ao seu tempo e ao seu dinheiro o uso que melhor lhes convém, sou da opinião de que não é o caso de alinhar razões para a liberação, embora elas existam: geração de empregos, de receitas tributárias, atração de turistas estrangeiros, retenção dos brasileiros que viajam para jogar no exterior, promoção dos mercados hoteleiro e artístico etc.

A linha de raciocínio deve ser outra: procedem as justificativas invocadas para a proibição? A resposta é negativa. O risco de associação do jogo a condutas ilícitas (tráfico de drogas, exploração da prostituição etc.) é maior no atual cenário de cassinos ilegais do que após a liberação, quando a fiscalização seria institucionalizada. No mais, a maioria dos jogadores não é usuária de entorpecentes, e muitos viajam em família.

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