Apostadores procuram mercado negro devido a proibição das apostas esportivas nos EUA


06/02/2018 Facebook Twitter LinkedIn Google+ Novidades



Com frequência a Coluna destaca que toda proibição é discutível e quase sempre inútil, pois nada resolve como não resolveu o Jogo do Bicho no Brasil e a Lei Seca nos Estados Unidos.

Na noite deste domingo, o time da Filadélfia Eagles bateu os New England Patriots por 41 a 33 em partida emocionante que teve duas viradas nos últimos 10 minutos e conquistou o Super Bowl pela primeira vez.

A partida já entrou para a história do futebol americano, mas cabe registrar o alerta da American Gaming Association – AGA sobre as apostas no final do Super Bowl 52 divulgado na semana passada.

Segundo a estimativa anual de quanto americanos apostariam no Super Bowl, este ano totalizaria US$ 4,76 bilhões. Devido à Lei de Proteção Desportiva Profissional e Amador (Professional and Amateur Sports Protection Act – PASPA), 97% do total de apostas, que equivale a mais de US$ 4,6 bilhões, seria apostado ilegalmente nos Estados Unidos. Isso deixa apenas 3%, ou US$ 138,5 milhões, de apostas do Super Bowl seriam legalmente apostadas através dos sports books licenciados de Nevada.

Segundo a AGA, o Supremo Tribunal dos Estados Unidos decidirá sobre sobre a proibição de apostas desportivas federais, que poderá criar uma oportunidade para o Super Bowl do próximo ano, que seria o primeiro com apostas de esportes legais generalizadas.
Fonte: BNL Data

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