CAIXA festeja 38 anos de cultura em Brasília


11/08/2018 Facebook Twitter LinkedIn Google+ Novidades



Brasília tinha apenas duas décadas de existência quando a CAIXA criou a primeira de suas sete unidades culturais. A inauguração da CAIXA Cultural Brasília foi em 12 de agosto de 1980. São 38 anos de história de apoio à cultura.

Para comemorar, o público de Brasília vai assistir o show de Elba Ramalho em homenagem a Dominguinhos. Em fim de semana com muita música, as outras unidades da CAIXA Cultural tem shows de Paulinho Moska (Recife), Zélia Duncan (Rio de Janeiro), Alice Caymmi (Salvador), Alaíde Costa e Toninho Horta (São Paulo) e Solo Música, com Kyungso Park (Curitiba). Confira a matéria da agenda do final de semana.

Elias Oliveira, produtor cultural em Brasília reconhece o valor da CAIXA na difusão cultural e diz que as atividades estão conectadas com o cenário contemporâneo.  “É incrível a forma como a CAIXA Cultural busca atender a todos os públicos – desde crianças a idosos, abordando os temas que precisam ser abordados atualmente.” Elias diz que com esse trabalho, a CAIXA Cultural Brasília já conquistou seu público e “possui frequentadores assíduos, fieis, é comum vermos rostos repetidos nos espetáculos”, comenta.

Através de edital público a CAIXA seleciona variados projetos para ocupação das unidades da CAIXA Cultural. Em 2019 serão investidos R$ 39 milhões em projetos culturais de música, dança, teatro, artes visuais, dentre outros, para as unidades em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

A CAIXA Cultural também se preocupa com artistas brasileiros em início de carreira, apoiados por meio da Mostra Bienal Caixa de Novos Artistas. Além das unidades de cultural, o banco patrocina festivais de teatro e dança em várias regiões do Brasil. Acompanhe a programação completa e pelo site da CAIXA Cultural.

A CAIXA também fomenta a inclusão e a cidadania por meio de ações de arte-educação do programa Gente Arteira, que promove oficinas de artes plásticas, música, dança e teatro, além de oferecer mediação às exposições, transporte gratuito e lanches. O público-alvo do Gente Arteira são crianças, adolescentes, idosos e pessoas com deficiência vinculados a rede pública de ensino ou a instituições de inclusão social.
Fonte: CAIXA

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