Lucro da CAIXA atinge R$ 3,464 bi no 2º trimestre de 2018


21/08/2018 Facebook Twitter LinkedIn Google+ Novidades



A busca pela eficiência está trazendo resultados cada vez mais expressivos para a CAIXA Econômica Federal. A instituição teve lucro líquido de R$ 3,464 bilhões no segundo trimestre de 2018. O desempenho foi 33,9% maior do que no mesmo período do ano passado. Os dados foram apresentados pelo presidente da CAIXA, Nelson de Souza, na manhã desta segunda-feira (20) em São Paulo.

Os números trimestrais proporcionaram um lucro de R$ 6,655 bilhões no primeiro semestre deste ano – o melhor resultado histórico para o período. Esse valor representou alta de 63,3% em relação aos seis primeiros meses de 2017. O que se destaca no balanço anunciado é a obtenção de resultados orgânicos, baseados em atividades tipicamente bancárias e não em receitas extraordinárias que não se repetem ao longo do tempo.

“O resultado recorde é fruto do fortalecimento da estrutura de capital, da manutenção do banco como principal agente de políticas públicas e do foco em inovação”, disse o presidente da CAIXA, Nelson de Souza. “Além do resultado, o banco não deixou de fazer a sua principal função que é a execução das políticas sociais do país. O pagamento do Bolsa Família, o financiamento do Minha Casa Minha Vida, o FGTS, os programas educacionais. Todos foram executados com maestria.”

No segundo trimestre, a CAIXA registrou crescimento de receitas com a prestação de serviços e redução de despesas. A estratégia do banco fez com que o resultado operacional crescesse 122% e chegasse a R$ 4,7 bilhões no segundo trimestre deste ano. Já o resultado operacional do primeiro semestre totalizou R$ 9,1 bilhões, um crescimento de 127%. “É o maior lucro operacional da história da CAIXA”, garante o presidente.

A receita de serviços atingiu R$ 6,6 bilhões – alta de 6,8% neste segundo trimestre de 2018. As fontes desse crescimento estão nas contas correntes (+18,7%), cartões (+12,2%), seguros (+5,5%), serviços de governo (+6,7%) e fundos de investimento (+21,1%). Na comparação do primeiro semestre deste ano com 2017, o aumento foi de 6,5%, totalizando R$ 13 bilhões.

No lado das despesas, o destaque foi a queda da Provisão para Devedores Duvidosos (PDD), que passou de R$ 5,074 bilhões no primeiro trimestre de 2017 para R$ 3,340 bilhões neste ano. Esses recursos são registrados no balanço como uma reserva para cobrir eventuais perdas do banco com o não pagamento de operações de crédito. Na comparação semestral (2017/2018), a despesa com PDD caiu de R$ 10,247 bilhões para R$ 7,077 bilhões.

 

Crédito
Os empréstimos habitacionais permaneceram em alta – um avanço de 3,6% em comparação ao segundo trimestre do ano passado – e atingiram saldo total de R$ 436 bilhões. O resultado foi impulsionado principalmente pelo uso dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O saldo da carteira ampla totalizou R$ 695 bilhões, ficando praticamente estável em relação ao segundo trimestre de 2017.

“A composição da carteira de crédito mudou. Estamos mais concentrados agora em operações de menor risco, como habitação, infraestrutura e crédito consignado”, ressaltou o vice-presidente de Finanças e Controladoria da CAIXA, Arno Meyer.

O índice de inadimplência da CAIXA se mantém em níveis abaixo da média das demais instituições financeiras que competem no mercado bancário. Enquanto o indicador da CAIXA está em 2,5% no primeiro semestre de 2018, a taxa de mercado foi de 3,24%. “O risco na carteira do banco caiu, deixando o índice de inadimplência bastante baixo”, disse Arno Meyer. “Reduzir o índice de inadimplência permanece como de alta prioridade do banco”.

Outro ponto relevante é a estratégia de ampliar a transparência na gestão do banco. A CAIXA tem seguido na direção do fortalecimento da governança corporativa e redução de riscos para a instituição. “Estamos tomando medidas de linha de defesa que dotam a instituição de mecanismos de controle e de defesa”, explicou o vice-presidente de Riscos, Paulo Henrique Ângelo.
Fonte: CAIXA

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