“Arte pra Sentir” busca estimular os diferentes sentidos dos visitantes


17/10/2018 Facebook Twitter LinkedIn Google+ Novidades



Isabel Sanson Portella, curadora da exposição Arte pra Sentir, que chega à CAIXA Cultural Brasília, é portadora de nanismo e hoje precisa de uma cadeira de rodas para se locomover. As limitações, entretanto, nunca a impediram de desbravar fronteiras e conhecer vários museus e exposições mundo afora. O interesse pela arte a levou, aos 18 anos, a estudar Museologia, no Rio de Janeiro. Depois, passou pelo mestrado e doutorado em História e Crítica da Arte. Atualmente, é funcionária do Museu da República do Rio de Janeiro. Nos últimos 10 anos, Isabel trabalha com arte contemporânea e realiza curadoria de várias exposições. Além disso, faz treinamentos de acessibilidade e é consultora para adaptação de espaços físicos para deficientes.

A vivência nos dois mundos – o da arte e o da acessibilidade – fez com que ela resolvesse juntar os temas na exposição Arte pra Sentir, onde o público pode tocar nas obras, ouvir, manipular e até degustar, ao contrário da tradicional forma de se apreciar arte, apenas com o olhar. Um dos objetivos da exposição, conta Isabel, era promover a multisensorialidade e ir contra o movimento museológico de não tocar nas obras. “O lema dessa exposição é: por favor, mexa!”, diz ela. Isabel Sanson Portella reuniu na exposição seis artistas que em diferentes formas e abordagens criaram uma série de obras interativas.
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