Executivos da CAIXA fazem imersão no ambiente mais inovador do planeta


23/12/2018 Facebook Twitter LinkedIn Google+ Novidades



Pela primeira vez, a Universidade CAIXA, em parceria com a Gerência Nacional de Inovação da CAIXA, enviou em novembro 15 executivos de diferentes áreas do banco para uma imersão no Vale do Silício, nos Estados Unidos, o ambiente mais inovador do planeta. Foram cinco dias de visitas às empresas mais inventivas do momento, palestras com as mentes mais criativas do mundo corporativo, workshops e muito aprendizado. O conhecimento agora será compartilhado com os empregados do banco.      

O objetivo da CAIXA é estimular os altos executivos a adotar uma mudança positiva na maneira de pensar, vivenciando soluções modernas e avançadas. De acordo com Marcelo Ruas, gerente nacional de Desenvolvimento e Capacitação, a experiência deve ajudar a aprimorar as competências estratégicas essenciais para concretizar a visão de futuro da CAIXA. Além disso, deve ampliar a visão global dos negócios. “O objetivo da missão foi dar continuidade a capacitação de executivos que a CAIXA vem fazendo nos últimos anos em temas como inovação, mercado financeiro, gestão econômica, orçamentária e de pessoas”, disse Marcelo Ruas.

Segundo o responsável pela Missão Vale do Silício, “em uma empresa de 157 anos que foi feita para durar, não dá para simplesmente falar para os executivos que o mundo está mudando. A gente precisava de uma coisa que eles vissem e que fossem propagadores dessa notícia”, explicou. Para Marcelo, a experiência adquirida pela missão ao Vale do Silício abre a possibilidade de novas soluções criativas.

“Nós vimos, por exemplo, uma startup chamada Square que ofereceu solução para pagamentos com cartão para atender quem vende fruta na beira da estrada e não é atendido pelos bancos. O interesse deles é ajudar essas pessoas a melhorar suas finanças”, citou Marcelo.

O gerente de desenvolvimento e capacitação disse ainda que a CAIXA trabalha o presente ao mesmo tempo em que se prepara para o futuro. “Estamos construindo a prancha para que na hora que a onda da mudança vier, a gente possa surfar e não sermos engolidos por ela”, concluiu.

Para Guilherme Diogo Bauer, superintendente da regional Vale do Itajaí (SC) e um dos selecionados para a Missão, a experiência no Vale do Silício foi surpreendente não somente sob o ponto de vista tecnológico. “As relações profissionais, pessoais e a forma em que as pessoas se comportam é o que faz gerar a inovação. Tem muita coisa que podemos trazer para o dia a dia da CAIXA, como as práticas de liderança e gestão de pessoas, para sermos mais inovadores e termos melhores resultados”, disse Guilherme Bauer.

Ele observou também que no Vale do Silício é comum o incentivo à divergência de opiniões. “Eles valorizam a diversidade de pensamento porque acreditam que dela vai sair um produto melhor, uma solução melhor e novas ideias”, disse. O superintendente Guilherme Bauer também ressalta a importância do engajamento e propósito dos funcionários no crescimento de uma empresa ou startup. “Quando você tem um nível de propósito alto, você perde menos tempo com ferramentas de gestão e com controle de produção. Todos trabalham no limite máximo e isso me impactou bastante”.

De forma prática, Guilherme Bauer acredita que o aprendizado na área da inteligência artificial pode se adequar perfeitamente à CAIXA. “A inteligência artificial pode ser aplicada em muitas coisas no nosso dia a dia. Nós vimos, por exemplo, uma empresa que trabalha com inteligência artificial para ajudar as pessoas a administrar bem o dinheiro. Isso se adequa muito à CAIXA no propósito de oferecer uma melhor educação financeira aos clientes”, concluiu.

Já o participante Tiago Cordeiro de Oliveira, gerente nacional de Operação de Programas de Transferência de Renda, disse que a imersão no Vale do Silício foi uma oportunidade de crescimento pessoal e profissional que ele já está dividindo com outros colegas CAIXA. “Tivemos contato com empresas, investidores, professores de universidades renomadas e vimos como eles estão trabalhando. Também identificamos o que a gente precisa fazer na CAIXA, para que ela possa buscar novas ideias e tecnologias”, disse Tiago.

Mas segundo ele, tão importante quanto as novas tecnologias são o comportamento e a cultura. “O que mais me chamou atenção foi a experimentação no processo de mudança e a forma com que as pessoas por lá lidam com o erro. O erro é entendido como parte do processo criativo e também é valorizado, porque a partir dele podem surgir novas soluções” explicou. Na opinião do gerente nacional, o fato da CAIXA ter enviado essa missão ao Vale do Silício é uma demonstração de que o banco está aberto às mudanças e se preocupa com o futuro da instituição.
Fonte: CAIXA

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