Governador de Minas Gerais é favorável a legalização dos cassinos


24/01/2019 Facebook Twitter LinkedIn Google+ Novidades



Habitués do Condomínio do Frade, em Angra dos Reis (RJ), viram com bons olhos a intenção do governo Bolsonaro de legalizar os cassinos no Brasil. Isso porque a equipe que discute a questão incluiu a região da baia de Ilha Grande no mapeamento de áreas potenciais para implantação do projeto a partir de estruturas que denominam como “resort integrados”, nomenclatura que não chocaria eleitores potenciais evangélicos.

Endosso de Zema

Sobre a proposta de abertura de cassinos, o governador Romeu Zema disse à coluna que compara a atividade dos mesmos às loterias: “O retorno desses tipos de jogos depende do aval do Congresso e da sanção presidencial. Pessoalmente, sou favorável, desde que haja a escolha de locais específicos para haver a montagem de cassinos, com regras rígidas para impedir a associação às organizações criminosas. Seria uma maneira de incrementar a arrecadação. Atualmente quem gosta de jogar vai para fora do Brasil para fazer isso.”

Minas unida

Lembrando que Minas Gerais e seu Circuito das Águas já foi referência de estruturas para tal. Governos estadual e federal agora afinados em busca de novas divisas têm tudo para resgatar essa “fonte” por meio de ações conjuntas.

Argumentos econômicos

Na equipe, há quem diga que a bancada bíblica terá que entender que essa é uma das formas de gerar emprego e renda no país. Em se tratando de uma das regiões mais belas do Brasil, melhor ainda para o desenvolvimento do nosso turismo. Vale lembrar que do grupo dos 20 países mais ricos do mundo, 93% tem os jogos legalizados.

Minas unida ao Brasil

Neste sentido, o ministro do turismo Marcelo Álvaro garante esforços para que Minas não fique de fora deste mapeamento de áreas potencias para liberação da atividade. “Acho que temos que avançar numa discussão que envolve os resorts integrados, não de bingo ou jogo do bicho”, ressalta o ministro.

Curtas e finas

A coluna constatou que as temporadas de férias de brasileiros no verão em balneários, sobretudo em casas de veraneios, hotéis e resorts, ficaram curtas. As pessoas ficam, normalmente, uma semana em seus destinos. “Pingam” novamente nos feriadões.

No mais, ociosidade para lugarejos, cidades, hotéis fazenda etc.

A chegada dos cassinos acarretaria em mais incentivos para o desenvolvimento turístico dessas regiões, trazendo, inclusive, novos frequentadores brasileiros e estrangeiros.

Independente dos abonados que atracam suas lanchas, a Ilha Grande, em Angra, oferece um roteiro que aproveita as antigas trilhas que cercam toda a região indo até o já desativado Presídio Candido Mendes. Turistas brasileiros, estrangeiros e nativos aproveitam da mesma para passear e, até mesmo, acampar.
Fonte: Coluna Paulo Navarro

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