Loterias CAIXA repassam R$ 6,57 bilhões para beneficiários legais em 2018


13/04/2019 Facebook Twitter LinkedIn Google+ Novidades



Além de alimentar os sonhos de milhões de apostadores, as Loterias CAIXA são uma importante fonte de recursos para o desenvolvimento social do país. Parte do total arrecadado com os jogos é repassada aos seus beneficiários legais: áreas como seguridade, saúde, educação, segurança e esportes, entre outros. De acordo com o Balanço da CAIXA 2018, as Loterias arrecadaram 13,84 bilhões e os repasses sociais foram de R$ 6,57 bilhões. Confira no infográfico abaixo os valores repassados para cada área.

“Quanto maior a arrecadação, maior é o repasse para áreas sociais”, explica o gerente nacional de Loterias, Rodrigo Hori. Ele acredita que este ano haverá um incremento nos repasses, dependendo do crescimento da economia. “A transferência de recursos das Loterias é fundamental para a manutenção de programas de incentivo ao esporte, educação, como o Financiamento Estudantil, e programas da área de segurança pública, que também passaram a receber recursos das loterias”, disse.

Hori destaca que a Lei nº 13.756/2018, publicada no final do ano passado, redistribuiu os percentuais destinados à área social e incluiu novos beneficiários, como por exemplo o Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), as secretarias estaduais de esportes, a Federação Nacional de Clubes (FENACLUBES) e o Comitê Brasileiro do Desporto Universitário (CBDU).

Esporte

Apenas para o Comitê Olímpico (COB) e Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) foram repassados mais de R$ 360 milhões. Em 2018, o COB recebeu R$ 230 milhões da arrecadação das Loterias CAIXA. “Os recursos são fundamentais para a realização dos projetos esportivos do COB e também das confederações olímpicas”, disse o diretor geral do COB, Rogério Sampaio, campeão olímpico de judô em Barcelona, em 1992. Ele estima que este ano o Comitê deve receber cerca de R$ 250 milhões.

“O dinheiro é aplicado principalmente no treinamento das equipes, contratação de técnicos estrangeiros, aquisição de equipamentos e materiais esportivos, viagens de intercâmbio, participação em competições internacionais e despesas com períodos de aclimatação das delegações”, explicou o diretor do COB.

Já o presidente do CPB, Mizael Conrado, disse que a transferência de recursos das Loterias permitiu que o esporte paralímpico fosse a outro patamar. “O Brasil avançou 17 posições em três edições de Paralimpíadas. Passamos de vigésimo colocado nos jogos de Sidney, em 2000, para a sétima colocação, em 2012, em Londres”, disse Mizael.
Termine de ler na Fonte: CAIXA

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