CAIXA atinge lucro líquido de R$ 4,2 bi no segundo trimestre de 2019


04/09/2019 Facebook Twitter LinkedIn Google+ Novidades



A CAIXA, o maior banco brasileiro em número de clientes, anuncia o seu resultado consolidado do segundo trimestre de 2019 (2T19).

DESTAQUES DO RESULTADO DO 2T19:

  1. LUCRO LÍQUIDO DO 2T19 de R$4,2 bilhões, crescimento de 21,6% em relação ao 2T18.
  2. LUCRO LÍQUIDO DO 1S19 de R$8,1 bilhões,crescimento de 22,2% em relação ao 1S18.
  3. PAGAMENTO DE IHCD de R$10,35 bilhões, sendo que R$3 bilhões foram transferidos em julho e R$7,35 bilhões pendentes de autorização do BACEN.
  4. ÍNDICE DE BASILEIA de 20,3%, melhoria de 1,2 p.p. frente ao 2T18.
  5. FOLLOW ON DE AÇÕES DA PETROBRAS, com venda integral da posição da CAIXA (R$7,3 bilhões) e retirada desse ativo do balanço do Banco. O Banco obteve ganho de cerca de R$2,3 bilhões antes da tributação nessa operação.
  6. VALORIZAÇÃO DO BANCO PAN em 482%, com a posição da CAIXA evoluindo de R$0,7 bilhão em dezembro de 2018 para R$4,3 bilhões em junho de 2019, após exercício da opção de 101 milhões de ações (R$242 milhões).
  7. MARGEM FINANCEIRA totalizou R$14,1 bilhões, avanço de 12% em comparação ao 2T18.
  8. ÍNDICE DE INADIMPLENCIA de 2,46%, redução de 0,04 p.p. em relação ao 2T18, significativamente menor do que a média de mercado (3,05%).
  9. ÍNDICE DE EFICIÊNCIA RECORRENTE de 47,9%, evolução de 1,7 p.p. em relação ao 2T18.
  10. NOTA 10 NO IGSEST – 1º vez que a CAIXA atinge quatro notas máximas na avaliação semestral.

A evolução na margem financeira (12%) foi o principal influenciador para os 22% de crescimento do lucro líquido no trimestre (R$4,2 bilhões). Essa forte lucratividade foi também decorrente de diminuição das outras despesas administrativas (6%) e parcialmente compensada pelo aumento de despesas de pessoal (3%), em relação a igual trimestre em 2018. “É um resultado consistente e crescente. A Caixa tem uma governança muito forte”, comenta Pedro Guimarães.

RESULTADOS E INDICADORES DO 2T19

O resultado bruto da intermediação financeira atingiu R$10,7 bilhões no 2T19, evolução de 16% em relação ao 2T18, influenciado pela redução nas despesas com provisão para créditos de liquidação duvidosa. A margem financeira apresentou evolução de 12%, em virtude do crescimento no resultado com TVM e Derivativos, e redução das despesas de captação.

As receitas com prestação de serviços totalizaram R$6,6 bilhões no 2T19, estáveis em relação a igual trimestre em 2018. No acumulado dos seis primeiros meses de 2019, essas receitas foram de R$13,2 bilhões, evolução de 1,2% frente ao apurado no 1S18, influenciadas pelo aumento de 13,2% nas receitas de serviços com fundos de investimento, 6,4% nas receitas de serviços de governo e 5,2% nas receitas de convênios e cobrança bancária.

As despesas administrativas totalizaram R$7,8 bilhões no 2T19, com redução de 0,7% em relação ao 2T18. No primeiro semestre, essas despesas foram de R$16,3 bilhões, evolução de 5,1% em relação ao 1S18, impactadas pelo aumento das indenizações relativas aos programas de desligamento voluntário. A CAIXA iniciou em maio passado um plano de demissão voluntária para um público alvo de 3,5 mil empregados, onde estima-se economizar R$716 milhões ao ano, com payback em 16 meses.

O resultado operacional no 2T19  caiu 2,1%, para R$4,5 bilhões. No acumulado dos seis primeiros meses de 2019 alcançou R$9,0 bilhões, evolução de 0,5% em relação ao apurado no 1S18, proveniente  do aumento do Resultado Bruto de Intermediação Financeira.

O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROE) registrou 15,6% em junho de 2019, apresentando uma redução de 2,3 p.p., impactado pela evolução, em 12 meses, de R$7,6 bilhões no saldo do patrimônio líquido.

O Índice de Eficiência Recorrente alcançou 47,9% no 2T19, leve alta de 2,4 p.p. em relação ao 2T18. O índice de cobertura das despesas administrativas evoluiu 2,0 p.p. do 2T18 para 2T19 e atingiu 82,1%. O índice de cobertura das despesas de pessoal totalizou 128,4%, melhora de 1,74 p.p. na comparação em 12 meses.

O Índice de Basileia atingiu 20,3%, superior ao mínimo de 11,0%. Os índices de capital principal e de nível I totalizaram 13,9%, mantendo-se acima do mínimo regulatório de 8,0% para o de capital principal, e 9,5% para o índice de capital nível I.
Termine de ler na Fonte: CAIXA

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