Segunda parcela do Auxílio Emergencial será liberada após detalhamento de pagamentos pela Caixa


03/05/2020 Facebook Twitter LinkedIn Google+ Novidades



O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, informou na quinta-feira (30) que somente após receber da Caixa Econômica Federal o detalhamento dos pagamentos da primeira parcela do auxílio emergencial de R$ 600 será possível dar início ao repasse da segunda parcela do benefício.

Isso será feito após o fechamento dos dados de quem se cadastrou pelo site e aplicativo até o dia 26 de abril. A estimativa do governo é de que todos os inscritos no aplicativo e site da Caixa Econômica Federal até 26 de abril teriam os dados analisados até a última quinta-feira.

Os inscritos pelo sistema da Caixa para receber o auxílio são os trabalhadores informais, autônomos, contribuintes individuais do INSS, microempreendedores individuais (MEIs) e desempregados.

A Caixa Econômica Federal chegou a anunciar a antecipação do pagamento da segunda parcela, mas o Ministério da Cidadania informou que isso não seria possível. Previstos inicialmente para começarem na última segunda-feira (27), os pagamentos da segunda parcela do auxílio emergencial ainda não têm data definida. Na semana passada, o Ministério da Cidadania anunciou que o novo calendário para segunda parcela seria definido no início desta semana.

Esse pagamento da segunda parcela que está indefinido engloba os inscritos no aplicativo e site e inscritos no Cadastro Único que não recebem Bolsa Família.

33,8% dos pedidos foram recusados

A Dataprev, empresa pública responsável por identificar quem tem direito a receber o auxílio emergencial de R$ 600, informou que, até o dia 30 de abril, dos 96,9 milhões de CPFs que já foram analisados e enviados à Caixa Econômica Federal, 50,52 milhões atenderam aos critérios da lei e foram considerados elegíveis para receber o benefício, ou seja, 52,1% do total.

Outros 32,77 milhões estão inelegíveis e não poderão receber o auxílio (33,8%), e 13,67 milhões (14,1%) estão classificados como inconclusivos, ou seja, precisam de complementação nos cadastros. Em comparação com balanço anterior divulgado pelo Dataprev, houve queda de 2,1 pontos percentuais no índice de aprovação dos pedidos e alta de 2,6 pontos percentuais no de reprovação.

Termine de ler na Fonte: G1

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