GLMS lança estudo com impacto das apostas no patrocínio de equipes


24/07/2020 Facebook Twitter LinkedIn Google+ Novidades



O GLMS lançou nesta quinta-feira (23) estudo aprofundado chamado ‘A Study Of Betting Operators And Their Sponsorship Of Sport’. O documento explora o impacto dos operadores de apostas no patrocínio de competições e equipes esportivas.

O estudo é baseado na metodologia GLMS e inclui recomendações para garantir que o patrocínio das apostas tenha apenas um impacto positivo na saúde dos esportes.

“A GLMS orgulha-se de lançar seu primeiro estudo de patrocínio de apostas – abordando o patrocínio de apostas dos #sports #regulação de mercados asiáticos, e com uma lista de recomendações”, comentou o CEO da GLMS, Ludovico Calvi.

O estudo é baseado em uma metodologia específica e aborda as tendências nos patrocínios de apostas, principalmente no futebol e basquete, afetando também outros esportes. Um foco especial é colocado no mercado asiático de apostas, seu histórico, crescimento e os riscos e ameaças potenciais.

Abordagem sobre mercado brasileiro

O documento, que têm 52 páginas, aborda o mercado brasileiro no capítulo ‘Apostas não regulamentadas, regulamentadas e ilegais no dicionário das loterias’. O texto trata da possibilidade de operadores oferecerem apostas offshore para mercados proibidos ou não regulados.

“Note-se que termos como mercados regulamentados / não regulamentados e cinza são usados em alguns círculos de apostas; mesmo que eles geralmente não façam parte do domínio da loteria vocabulário. As loterias geralmente seguem a definição de apostas ilegais estabelecida no Convenção Internacional sobre a Manipulação de Competições Esportivas do Conselho de Europa (CETS 215), que entrou em vigor em 1º de setembro de 2019 e foi redigida por vários continentes e partes interessadas internacionais.

Para loterias, o rótulo de ilegal legal e aplicável aos operadores de apostas em função de respeitarem o quadro regulamentar das apostas para proteger os consumidores ou se ultrapassam os limites da jurisdição.

A abordagem das loterias ao tópico baseia-se em três tipos de mercado com legislação que sempre se enquadra em três modelos regulatórios: monopólio, licença e proibição. Esses modelos podem diferir de acordo com os canais de distribuição. Por exemplo, os Países Baixos tinham monopólio offline e proibição online, enquanto no Brasil até recentemente não havia legislação que tratasse especificamente de apostas esportivas.

Jogos agora são proibidos no Brasil, com exceção dos jogos aprovados por lei, incluindo a loteria. Alguns podem considerar a proibição como alternativa não regulamentada – oferecer apostas em uma jurisdição que pratica a proibição ou não possui uma regulamentação / legislação clara, notadamente em apostas online. Quando uma jurisdição pratica um monopólio, é mais desafiador considere que esta é uma jurisdição não regulamentada”.

Sistema de monitoramento de apostas esportivas

GLMS é o sistema de monitoramento mútuo das loterias estatais sobre apostas em esportes. Visa detectar e analisar atividades de apostas suspeitas que poderia questionar a integridade de uma competição esportiva.

Construindo em seis anos de experiência com o estabelecimento em 2009 do Sistema Europeu de Monitoramento de Loterias – ELMS estabelecido pela Loterias Europeias, o GLMS se tornou global em janeiro de 2015, estendendo a rede para outros continentes. GLMS facilita o compartilhamento de informações de apostas esportivas como parte dos esforços coletivos de seus membros em garantir a integridade do esporte em todo o mundo e se dedicar a uma cooperação eficaz com todas as principais partes interessadas: reguladores, autoridades policiais, organizações esportivas. Além de seus três centros de monitoramento 24/7 na Ásia, Europa e América do Norte, a GLMS também se envolve com seus membros nas áreas de educação, prevenção e serviços jurídicos, envolvimento em projetos e iniciativas relevantes de formulação de políticas.

 Fonte: Leia a íntegra do estudo

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